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Setor Elétrico: precificação de água

Instituto Escolhas lançou, no dia 28 de novembro, um estudo que mapeia os principais gargalos na gestão de precificação de recursos hídricos, principalmente para casos de escassez ou disputa



No dia 28 de novembro, o Instituto Escolhas lançou, com apoio do iCS e elaboração da PSR Consultoria e Soluções em Energia, o estudo “Setor Elétrico: como precificar a água em um cenário de escassez”, que mapeia os principais gargalos na gestão da precificação dos recursos hídricos em razão da demanda atual pelo nexo água-energia-alimentos. Basicamente, trata-se do desafio de oferecer um sinal econômico para a água como insumo de olho na antecipação da crise provocada por situações de escassez ou disputa. Nos últimos 30 anos, aliás, o uso da água para irrigação na agricultura subiu por volta de 600%.

Keiny Andrade - Folhapress

Alguns destaques do evento de lançamento no auditório da Folha de S. Paulo:


“O uso de um bem comum, como é a água, tem que ter o Estado presente para fazer a regulação. Em se tratando de alocar bens comuns escassos, como é o caso, se os órgãos reguladores abrirem mão de suas competências, vai imperar a barbárie”, Dilma Pena, ex-presidente da Sabesp e ex-diretora da Agência Nacional de Águas (ANA).

“A noção de que o país é abundante em água é um mito dos mais perigosos. Nós não temos abundância de água até porque essa noção errada que a sociedade tem é corroída por uma péssima ou inexistente gestão dos recursos hídricos”, Sergio Leitão, diretor do Instituto Escolhas.

“Os nossos resultados mostram que a água está muito longe de ser um recurso infinito. Começamos a perceber a importância do estresse hídrico”, Rafael Kelman, um dos autores da pesquisa.

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