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15 ônibus elétricos começam a circular em São Paulo

Cada um deles deixará de emitir 110 toneladas de dióxido de carbono. Para limpar o ar de São Paulo, explica David Tsai, será preciso que o usuário de automóvel migre para transporte público ou ativo



A cidade de São Paulo inaugurou uma frota de 15 ônibus urbanos 100% elétricos, a maior do país. A energia tem origem em uma fazenda solar, e portanto é limpa, uma das exigências da prefeitura. A outra é de que seu custo tenha no máximo a mesma proporção do diesel. A preocupação em relação à produção das baterias é uma das principais do Fórum Econômico Mundial, mas não a única, como explica David Tsai, pesquisador do IEMA, em entrevista para o Jornal da Cultura.

“Outro alerta que o Fórum faz é em relação à questão do descarte dos materiais. Trata-se de um apelo para que seja criada uma economia circular, de modo que as baterias possam ser reutilizadas e recicladas”.

Cada ônibus elétrico deixa de emitir 110 toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera - limpar o ar de São Paulo, porém, exige um esforço muito maior, segundo Tsai.


“Os automóveis em São Paulo, em comparação com os ônibus, emitem a maior parcela dos poluentes. É necessário realizar medidas que façam com o que o motorista do automóvel migre para o transporte público ou para modos de transporte ativos, como a caminhada ou a bicicleta”, finaliza.

Assista a reportagem na íntegra.




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