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Justiça climática e escassez hídrica

Atualizado: há 7 dias

A 18ª edição do Diálogos Futuro Sustentável promoveu painel internacional com o tema, tratando dos reflexos da desigualdade em um cenário de escassez


Sob o tema guarda-chuva “Justiça climática e crise hídrica: reflexos da desigualdade em um cenário de escassez”, a mais recente edição da série Diálogos Futuro Sustentável olhou para a crise hídrica enfrentada pelo Brasil pelo viés social e climático. Em debate, o aumento do preço e a insegurança no fornecimento da energia elétrica a partir de aspectos de renda, raça, territórios e gênero; as perspectivas da segurança alimentar frente à crise; e as duas frentes de ação da Alemanha sobre injustiça climática (suporte financeiro e logístico a iniciativas globais em favor do desenvolvimento sustentável e o programa de transição rumo a fontes de energia mais renováveis).


O painel internacional reuniu virtualmente Theresa Williamson, editora da Rio on Watch (instituição social dedicada a documentar a visão dos moradores das favelas sobre e para políticas públicas), Luana de Brito, representante da Rede de Mulheres Negras para Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (RedeSSAN), e Sebastian Helgenberger, líder de pesquisa do Institute for Advanced Sustainability Studies - IASS Potsdam.


A 18ª edição do Diálogos Futuro Sustentável, realizada pelo iCS e pela Embaixada da Alemanha, teve abertura de Ana Toni, diretora executiva do iCS, e de Heiko Thoms, embaixador da Alemanha no Brasil, e mediação de Amanda Ohara, consultora do portfólio de Energia do iCS.


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