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Destaques da participação dos donatários na COP25


Veja os bastidores da participação do Imazon, Imaflora, Ipam e Projeto Saúde e Alegria e se aprofunde um pouco mais em cada uma dessas histórias de trabalho e resistência




IMAZON

A Iniciativa Amazônia Possível, promovida pela Coalizão Brasil Clima Florestas e Agricultura, Instituto Arapyaú, CEBDS e a Rede Brasil do Pacto Global busca unir o setor privado nacional e internacional, governo e sociedade civil para um compromisso de interromper imediatamente as atividades ilegais na região Amazônica. Durante a COP25, a iniciativa realizou algumas mesas de discussão no Brazil Hub, entre as quais uma de rastreabilidade na cadeia da carne, com formas de garantir a transparência, e outra sobre cases empresariais de sucesso na Amazônia.






IMAFLORA

Ernesto de Souza/ED. Globo

A eficiência do Brasil na agricultura de baixo carbono precisa ser comprovada. Essa foi uma das pautas levantadas pelo IMAFLORA (Instituto de Manejo e Certificação Florestal Agrícola) durante a COP25 e que ganhou destaque na Revista Globo Rural. De acordo com Ciniro Costa Junior, engenheiro da equipe de clima e cadeias agropecuárias, o Brasil tem capacidade para recuperar mais de 20 milhões de hectares de pastagens degradadas, “que são pastagens que não produzem praticamente nada e que poderiam produzir toda a demanda de carnes, grãos, fibras e combustíveis que o Brasil precisa, pelo menos na próxima década”.






IPAM

O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) foi um dos apoiadores institucionais do Brazil Climate Action Hub, e também participou ativamente de outras agendas da COP25, como debates sobre povos indígenas na Amazônia, o futuro da região com cenários atuais e mudanças políticas necessárias em uma crise climática, além das metas brasileiras para redução das emissões.





PROJETO SAÚDE E ALEGRIA

Durante a COP 25, Caetano Scanavinno, do Projeto Saúde e Alegria, participou do painel “O Brasil na COP 25: um diálogo sobre ambição climática”, com a presença do Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, entre outros. Na ocasião, ele foi claro em seu posicionamento de que o debate não deve ser ONG versus progresso ou desenvolvimento versus meio ambiente, e sim modelo de desenvolvimento, se é para poucos ou para muitos, se é para essa geração ou para a próxima. Além disso, diversos atores de diferentes setores gravaram vídeos e mensagens de apoio para o Projeto.






COIAB

No dia 7 de dezembro, Toya Manchineri (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira – COIAB/Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB) participou do evento “Clima, Terra e Soberania: as Narrativas Climáticas sobre os territórios do sul global” durante a COP25, em Madri. O tema principal foi o crescimento do desmatamento e das queimadas na Amazônia e no Cerrado e sua relação com a desconstrução das políticas territoriais e socioambientais no Brasil, além do avanço da agricultura industrial corporativa no mundo.





A delegação da 350.org América Latina, por sua vez, levou em sua comitiva para a capital espanhola convidados especiais que reforçam a importância dos povos indígenas no papel de defensores climáticos históricos. Uma das lideranças é Ninawa Inu Huni Kui, presidente da Federação do Povo Huni Kui, do Acre (FEPHAC) desde 2010.




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