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Casa Fluminense realiza a 13ª edição do Fórum Rio 2019, no Rio de Janeiro

O evento inclui uma mostra de curta-metragens de realizadores independentes de diferentes regiões do Rio


Depois de passar por vários municípios da Baixada e do Leste Fluminense, a próxima parada do Fórum Rio 2019 será em Santa Cruz, zona oeste do Rio de janeiro. A 13a edição do encontro acontece nos dias 18 e 19 de outubro na sede da ONG SerCidadão, e o objetivo é debater o futuro da metrópole a partir do fortalecimento da participação social, da produção cultural e do conhecimento da periferia metropolitana.




Para enriquecer as discussões, a Casa Fluminense desenhou o evento em parceria com várias organizações, movimentos e coletivos, como o Observatório de Favelas, a Quiprocó Filmes, a Peneira e a Rainha Crespa. A programação pretende fortalecer e costurar as redes de cooperação entre indivíduos e instituições, partindo de três linhas:


a) Participação e Democracia;

b) Cultura Urbana;

c) Políticas Públicas e Desenvolvimento Sustentável.


Além de painéis temáticos, oficinas e instalações interativas, o Fórum vai abrir espaço para exibir seis produções audiovisuais em uma mostra de curta-metragens. A ideia é alavancar a produção de realizadores independentes que estão espalhados pela região.


“Debater o futuro da metrópole é a tarefa do hoje”, diz Henrique Silveira, coordenador executivo da Casa Fluminense. “Por isso, em outubro queremos reunir vozes, experiências e trajetórias capazes de nos inspirar e apontar caminhos em busca de uma metrópole mais inclusiva, sustentável e popular”.

No dia 19 de setembro, em decisão arbitrária, o governador do estado, Wilson Witzel, excluiu do Conselho Consultivo da Câmara Metropolitana os representantes da sociedade civil indicados democraticamente. Antes do ocorrido, Henrique Silveira assumiria a presidência do Conselho. Lamentamos, pois esse certamente seria um importante espaço para sociedade civil contribuir com o planos relativos ao desenvolvimento da região metropolitana, incluindo questões de mobilidade urbana. “A decisão do governador reforça seu perfil autoritário e sem capacidade de respeitar processos de participação social e organização autônoma da sociedade civil”, diz nota divulgada pela Casa Fluminense.

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