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Emergência climática e emergência da litigância climática

Artigo de Joana Setzer, Kamyla Cunha e Amália Botter Fabbri publicado no JOTA discute a importância da litigância climática em momento de urgência para as mudanças do clima


Em outubro de 2018, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) divulgou seu relatório mais importante, mostrando a urgência para manter o aumento da temperatura em 1,5ºC ou 2ºC. Em função da insuficiência das medidas tomadas, inúmeros parlamentos, Estados e cidades passaram a decretar “Estado de Emergência Climática”. Também não são poucos as cortes e tribunais nacionais e internacionais que são instados a julgar demandas climáticas. Esse é o tema do artigo de Joana Setzer, Kamyla Cunha (Projeto Kigali) e Amália Botter Fabbri publicado no portal do JOTA.


Crédito: Pixabay

No texto, elas mostram que “a litigância climática estratégica tem sido utilizada com o objetivo de avançar mecanismos que buscam a redução das emissões de gases de efeito estufa (mitigação), a redução da vulnerabilidade aos efeitos das mudanças climáticas (adaptação), a reparação de danos sofridos em razão das mudanças climáticas (perdas e danos) e a gestão dos riscos climáticos”. Leia na íntegra, o cadastro é gratuito. Essa série de artigos faz parte de uma parceria entre o Instituto Clima e Sociedade e a Conectas Direitos Humanos.


#LitigânciaClimática

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