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Amazônia 2030 desde hoje

Atualizado: 11 de Nov de 2021

Estudos do projeto Amazônia 2030 ganham repercussão na imprensa, com estimativas de recuperação de pasto degradado para produção de carne e área em regeneração natural na Amazônia


O agronegócio pode desmatar 1 milhão de hectares ao ano até 2030 para atender a demanda por carne. Mas isso não precisa acontecer. O estudo “As políticas para uma pecuária mais sustentável na Amazônia”, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), parte do projeto Amazônia 2030, mostra que, para garantir a oferta sem desmatamento, é necessário reformar entre 170 mil e 290 mil hectares de pasto degradado por ano até 2030, aumentando a produtividade dos atuais 80 quilos por hectare para 300.


Veja mais informações na Carta Capital, BNC e O Eco.


O mercado de trabalho na Amazônia Legal é foco de outro estudo do Amazônia 2030 e mostra uma realidade preocupante. Enquanto a média de informalidade no Brasil alcança 50% dos trabalhadores, são 70% os atingidos na região. Veja matéria do Globo Rural. A CNN Brasil, por sua vez, repercutiu outro estudo do Imazon que aponta uma área de 7,2 milhões de hectares em processo natural de regeneração na maior floresta tropical do mundo. O território é do tamanho da Irlanda.


Conheça mais sobre o Projeto Amazônia 2030.