PROGRAMAS

O objetivo do portfólio de energia é promover, até 2050, um setor energético brasileiro de baixo carbono. O país tem recursos naturais suficientes para construir tanto um robusto setor elétrico de emissão zero carbono, como um setor de novos biocombustíveis sustentáveis. Em busca desse horizonte, trabalhamos com a academia, a sociedade civil, o setor privado, os poderes reguladores, as cidades e os consumidores. Cada um desses atores é fonte de energia para mudança.

O programa compreende as seguintes iniciativas:

Democratizar e descentralizar o setor elétrico – As modernas tecnologias, como os painéis fotovoltaicos, permitem a produção de eletricidade em unidades de menor porte com o mesmo rendimento das centrais produtoras de maior porte. Isso significa que a regulação e os modelos de negócio vigentes no setor elétrico devem se abrir à participação de novos agentes, na maior parte de pequeno porte. A legislação e regulação existentes foram moldadas para um setor elétrico verticalizado, em que a eletricidade flui de grandes centrais para os consumidores finais.

Incentivar as novas energias renováveis - No Brasil, as fontes solar, eólica e biomassa oferecem vantagens ambientais, sociais e econômicas. O objetivo dessa iniciativa é promover a substituição das fontes fósseis – começando por petróleo e seus derivados, e carvão mineral – por essas novas fontes renováveis.

Promover a eficiência energética, a geração distribuída e o smart grid – Os estudos da IEA (International Energy Agency) mostram que, pelo menos, um terço do aumento da demanda de eletricidade de hoje até 2050 pode ser atendido pelo aumento da eficiência energética. Ou seja, um terço da nova energia seria fornecida por centrais de geração já existentes. O objetivo dessa iniciativa é garantir que essas inovações façam parte da economia de baixo carbono, eficiente e competitiva.As vantagens do aumento da eficiência energética:

 

I) menor gasto em energia pelos consumidores;

II)menor necessidade de recursos públicos para construção de novas centrais de geração;

III) impactos socioambientais evitados na construção e funcionamento dessas centrais; IV) menor emissão de gases poluentes, incluído os de efeito estufa.

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